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Spanking com Segurança Total:

 

O termo açoitar, quer dizer: bater em alguém, algum animal, ou algum ser vivo, com um chicote, uma chibata, uma vara (cane), etc... ou qualquer outra coisa desse gênero, desde que provoque dor extrema e intensa.


Partindo desse princípio, vamos fazer um pequeno tour pelas partes mais sensíveis do corpo humano, as quais podem ser fustigadas com a mais absoluta segurança. Veremos também os princípios básicos de açoitamento, a intensidade que deve ser imprimida no mesmo e os tipos mais adequados de instrumentos para cada situação.


Comecemos então nossa pequena viagem pelas partes mais sensíveis do corpo. Para isso teremos de dividi-lo em três partes fundamentais:
1. o tecido de sustentação (que é o esqueleto)
2. o aparelho locomotor (que são os músculos e tendões)
3. a terceira são as vísceras ou tecidos ocos (membranas de revestimento dos órgãos)
 
Agora passemos aos acessórios usados para aplicar os castigos (os açoites, neste caso), de acordo com suas características e formas:
1. rígidos
2. flexíveis
3. estreitos
4. largos
 
Os ossos tem a característica da falta de flexibilidade, por isso, sob um golpe ou uma forte tensão, quebram-se. Ou seja, uma sessão de spanking com um pau ou um cassetete, por exemplo, pode produzir fraturas gravíssimas, inclusive fratura exposta. Quanto falamos em músculos e tendões, referimo-nos aos tecidos estriados ou de contração voluntária, cuja principal característica é sua elasticidade. Geralmente, os músculos das nádegas, são grossos, estão protegidos por uma camada de tecido adiposo sob a pele, são curtos de longitude e, além disso, não protegem nenhuma estrutura oca, ou seja, é o típico local onde se pode aplicar uma surra prazerosa com quase todos os tipos de acessórios, sem correr graves riscos. Os spankers mais experientes, ao aplicarem uma sova, utilizam-se de um chinelo no lugar da mão, que se usada, pode ficar dolorida, mas é inegável o grande prazer proporcionado pelo toque violento da mão pesada do spanker bunda do spankee.
 
Devemos que ter especial cuidado com os tendões, pois carecem da elasticidade dos músculos e atuam como os cabos de uma grua articulada, sendo, os músculos, o motor, enquanto que o peso da grua seriam os ossos. O efeito de uma pressão inadequada, como no caso de algum golpe mal dado sobre uma área com tendões, poderia produzir uma inflamação dos mesmos; o que conhecemos como tendinite. Esta é uma lesão grave, difícil de curar, que pode acontecer com muita facilidade.
 
Por último, estão os tecidos ocos ou as vísceras é que não resistem aos golpes e conseqüentemente se rompem com extrema facilidade. Entre elas estão o fígado, os rins, o pâncreas, os intestinos, etc... A maioria delas localizam-se no abdômen e, além disso, não têm, diferente dos pulmões ou do coração, a caixa torácica, que atua como uma verdadeira "armadura" protetora. Além das vísceras ou tecidos ocos, incluímos também as veias e artérias. Os hematomas e vermelhões são produzidos pela facilidade que elas têm em se romperem.
 
Então, durante uma sessão de spanking temos que evitar as áreas desprotegidas de músculo, como a parte inferior da perna, a canela, bem como as articulações em geral, pois, uma técnica mal aplicada numa área inadequada pode produzir sérias lesões. Então, para se fazer uma sessão de spanking perfeita, por todo o corpo, temos que estar constantemente atentos a maneira, o local e a intensidade da pancada, ou seja, para cada parte do corpo a ser espancada deve-se usar um tipo específico de instrumento de fustigação, com a força adequada e muita atenção!
 
É amplamente divulgado que no Spanking, assim como no SM, devemos começar com coisas bem simples e ir aumentando aos poucos. É bom ressaltar, que com a intensidade dos golpes acontece o mesmo. Nem todos os spankees têm a mesma resistência à dor e por isso deve-se começar suavemente. Primeiro, com golpes suaves e pequenos, e depois ir aumentando a intensidade, conforme a tolerância. Precisamos lembrar que é muito mais satisfatória, para ambas as partes, uma tortura refinada do que um espancamento brutal. Por isso, é mais interessante ir aumentando a intensidade dos golpes, ao invés de aplicarmos pauladas cujas conseqüências poderiam ser nefastas.
 
No começo, abordamos (en passan) o principio físico que diz que, quanto maior a superfície, menor a pressão. Então, se batermos com uma vara (cane) ou uma chibata, cujo diâmetro chega a apenas um centímetro, a pressão exercida por esse golpe é muito maior, ocasionando algo parecido a um corte. Se batermos com uma palmatória, a intensidade é distribuída uniformemente por toda a superfície da mesma. Resumindo, se batermos com uma chibata ou com uma vara (cane), podemos provocar golpes muito mais profundos, com lesões vasculares, como hematomas, coisa que dificilmente acontecerá se usarmos a mão, um chinelo, uma palmatória, ou até mesmo uma raquete de ping-pong. Um hematoma em si não teria maiores problemas, mas se isso se tornar repetitivo, pode chegar a deixar lesões permanentes e alterações do tecido de graves conseqüências, tais como ulcerações, por exemplo. Por outro lado a palmatória, a mão, etc... produzem lesões menos profundas, muito mais extensas e quantidade e qualidade de dor muito mais adequada à um jogo meramente sexual, onde a intenção é apenas a de fazer um "carinho mais violento", o que por sua vez, é bem mais interessante!
 
Devemos observar também que, para extrair a pele dos animais, estes eram mortos a pauladas, para que a capa da pele e a epiderme se soltem, arrebentando as células de gordura que sustentam os outros tecidos. Isso também pode acontecer aos humanos. Para evitarmos deixar cicatrizes permanentes na pele, devemos utilizar instrumentos que sejam planos, evitando golpes com a parte cilíndrica do cabo da chibata ou dos chicotes. O mais indicado é o chicote de 12 fios (de couro), pois, a chibata e a vara (cane), deixam marcas terríveis, muito difíceis de disfarçar, ou se sem querer, batermos com a ponta deles, deixaremos feridas abertas. Além disso, a vantagem que o chicote de 12 fios tem frente à chibata é que o chicote é semi-rígido e vai descarregando a força à medida que se agarra ao corpo. Com isso, as lesões são menores e o castigo se amplia por toda a extensão do chicote. É preferível usar uma cinta ou um chicote de 12 fios, a utilizar uma chibata. Se usar uma chibata, prefira as que terminem em lingüetas de couro.
 
Por último, para os iniciantes, recomendo que, além de começar com suavidade, incrementando aos poucos a intensidade e a duração do castigo, o façam também com objetos suficientemente grandes (chinelos e palmatórias) e, pouco à pouco, à medida que adquiram habilidade com esses, comecem a diminuir seu tamanho, trocando-os paulatinamente por outros. O uso do chicote longo, vara (cane) ou chibata, pode ser praticado, previamente, como treinamento, em almofadas caseiras: para adquirir pontaria, o spanker iniciante deve aplicar uma força equilibrada e controlar a mesma. Na almofada deve ficar uma marca uniforme e não muito profunda nem larga, pois quanto mais fino o instrumento de castigo, mais treinamento é preciso para o seu uso correto e mais perigosa é a sua utilização.

Fonte: Informativo "Sexo Sem Dor".

 

 

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