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O
Feng Shui (significa vento e água),
é uma arte milenar, existente a mais
de 4 mil anos, utilizada pelos
orientais, principalmente pelos
chineses, que tem como objetivo a
criação de ambientes, que
proporcionem apoio e sustento às
necessidades e desejos dos
moradores, buscando a harmonia e bem
estar geral.
Para os chineses a energia ch’i
oriunda da "respiração cósmica" é a
energia primordial e constitui uma
poderosa força vital que influencia
nossas vidas para melhor ou para
pior. O poder energético (ch’i), que
existe em nosso ambiente, também
existe dentro de nós, ele permeia e
envolve todas as coisas vivas. Ch’i
é a energia cósmica positiva e à
medida que esta energia evolui a
energia ch’i do ser humano se
desenvolve da mesma forma,
promovendo saúde, bem estar,
felicidade e boa fortuna.
A força de nossa saúde, nosso nível
de motivação, nossa habilidade em
nos expressar, em ser criativos, em
abrir nossos corações, em estimular
nosso intelecto, em gerar dinheiro,
em atrair boas relações, é
influenciada pelo inexplicável poder
do ch’i.
O Feng Shui é uma prática baseada no
I Ching, no Tao para harmonia, no
princípio Yin, Yang, e chegou ao
ocidente acrescido de outros estudos
como a cromoterapia, a numerologia,
o estudo da forma, das forças dos
cristais, da aromaterapia, etc. O
objetivo da prática do Feng Shui é
canalizar, equilibrar e aumentar a
energia Ch’i afastando ou desviando
a energia nociva (Sha), atraindo
assim boa sorte.
O Feng Shui permite através dos
ajustes e soluções, utilizando
objetos simbólicos, plantas,
espelhos, cristais, fontes, cores,
etc, buscar a ordem e equilíbrio,
restaurando o fluxo natural da
energia ch’i em nossos ambientes e
em nossa vida. O Feng Shui é mais
uma ferramenta fornecida a nós pelo
universo, e através da correta
utilização da energia Ch’i podemos
transformar nossos lares e locais de
trabalho em ambientes favoráveis
para que possamos atingir a
prosperidade, felicidade, harmonia e
saúde. Um pequeno e otimista artigo
sobre como o uso do Feng Shui estará
em 50 anos. Muitas pessoas julgam o
Feng Shui atualmente como um assunto
passageiro, um assunto de moda e
que, com o passar dos tempos, tende
a diminuir ou mesmo a desaparecer o
interesse. Por mais que eu aceite
essa idéia, não tenho a mínima
possibilidade de considerá-la
verdadeira. Talvez em parte. É
natural que com o passar dos anos,
um assunto que teve seu apogeu logo
no início, perca um pouco do seu
interesse com o tempo.
O início de qualquer estudo sempre
nos leva a querer conhecer mais e
mais, principalmente aspectos mais
avançados ou que sejam mais difíceis
de serem compreendidos. Temos sempre
a tendência de querer cortar
caminhos, chegando mais rápido ao
nosso objetivo final: conhecer com
mais profundidade o assunto que
estamos estudando. Quando falamos,
por exemplo, da medicina chinesa, os
estudantes querem logo saber como
colocar agulhas, quais os pontos de
acupuntura que são bons para certas
desarmonias (os chineses não chamam
pelo nome de doença) e o que fazer
em casos mais comuns.
Já no caso próprio do Feng Shui, as
pessoas que começam a estudar suas
teorias básicas sempre pensam em
avançar nos estudos rapidamente,
principalmente para a prática de uma
técnica que envolve os ciclos do
tempo. Derivada do nome em chinês
Xuan Kong Fei Xing, mas muito
conhecida como a técnica do
tempo-espaço ou estrelas voadoras,
essas teorias são um dos conceitos
mais avançados em todo o Feng Shui.
É difícil dizer os motivos dos
atuais profissionais de Feng Shui
não escreverem muito sobre este
tema. Analisando a questão
rapidamente, podemos levantar alguns
pontos que exprimem por si próprios
os possíveis motivos: - Dificuldade
em escrever sobre um assunto tão
complexo medo de compartilhar o
conhecimento para evitar
concorrência falta de tempo (estamos
todos sujeitos a isso) falta de
conhecimento suficiente para colocar
as idéias em termos simples e
compreensíveis Para conhecer a
filosofia chinesa que sustenta o
Feng Shui e as outras disciplinas
chinesas é necessário entrar no
sistema de idéias e no universo em
que se formam, sem preconceitos e
com uma mente aberta, com o maior
grau de objetividade possível. Sem
dúvida, isso não implica que o
investigador renuncie a seu próprio
sistema, não apenas por razões de
identidade, mas porque quando alguém
adquire um conhecimento importante,
tem a responsabilidade social de
difundi-lo. Para divulgá-lo e
compartilhá-lo em nossa sociedade
atual é necessário fazer sua
"tradução".
Devemos fazer o esforço de traduzir
o conhecimento do Feng Shui e seus
fundamentos em fórmulas
compreensíveis para o mundo
ocidental. Aquilo que não tem
fundamentos místicos não tem porque
ser apresentado como místico. Mas,
não podemos esquecer que o
misticismo é um fato, existe e é
muito humano, pois na nossa condição
de seres racionais podemos utilizar
o que não podemos explicar. Talvez o
conceito de energia cósmica que a
filosofia chinesa compartilha com
muitas outras filosofias não seja um
conceito que possa ser reduzido (ou
elevado) a condição de algo
sobrenatural?
Diferentes pessoas possuem
diferentes estruturas de pensamento.
Algumas possuem a oportunidade de
avaliar a visão cartesiana
predominante e compartilhada do
mundo e colocar em questão o sistema
de idéias e crenças que sustentam o
conhecimento científico atual.
Para elas, é extremamente importante
o conhecimento e a transparência com
que transmitem os aspectos que
muitas vezes são difíceis de
conjugar: conhecimento técnico,
filosofia, missão pessoal,
transcendência social e perspectiva
comercial, esta última entendida
como a capacidade de fazer
sustentável e viável a mais ampla
difusão do que alguém conhece ou
crê. Com essas idéias em mente,
vamos analisar detalhadamente as
bases da técnica Xuan Kong Fei Xing
e como elas se aplicam no uso
prático.
Saiba mais: http://www.fengshui.com |
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